sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Janine: A secretária

Janine é a secretária da nossa guilda. Sempre alerta no nosso QG para qualquer contato de clientes interessados em nossos serviços, ela é uma grande aliada na aquisição de missões enquanto não estamos por perto. A única reclamação dela é o salário, que prometemos aumentar assim que ficarmos ricos com uma grande missão.




Janine pedindo um aumento

Sunaj 2 : O Deva Wizard/Swordmage de Corelon

Desde o início dos tempos Sunaj era uma boa alma. Após várias reincarnações ele ainda se lembra do tempo primordial onde ficava lado a lado com o grande deus Corellon Larethian, o maior entre os Seldarine. Sob a lua crescente ele viu durante gerações os elfos crescerem em um reino distante, tão distante no tempo e espaço e tão confuso em suas lembranças que ele não tem nem idéia de onde se encontra. Tudo o que ele sabe é que desde a ultima vez que encarnou nesse mundo no topo de uma montanha, as coisas são bem diferentes do que ele se lembra das outras vidas. Não havia aquela grande barreira no céu. Teriam as suas outas encarnações vivido em terras distantes ou sua alma ficou milênios vagando antes de sua reencarnação? Tudo o que ele lembra são vagas visões, incluindo uma grande guerra, mas tudo é muito confuso. Ele tem devotado sua nova vida na busca pela história desse continente para que ele consiga recordar o que houve em uma de suas outras vidas.


Uma coisa diferencia Sunaj entre os outros poucos devas que ele conheceu: ele dorme , sonha e tem pesadelos horríveis. Os devas normalmente ficam parados em estado de meditação, sem mexer um músculo, mas ele ao contrário fica atormentado com um sonho recorrente. Seria esse um sonho ou uma recordação de uma vida passada? De qualquer forma a serenidade típica dos devas algumas vezes não se manifesta em Sunaj, que parece sempre ter um grande mistério a desvendar, seja em sua mente ou no mundo estranho onde ele se encontra.

Algumas vezes em seus sonhos ele vê ser sinistro:

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Reporte de sessão 2

Um reporte de sessão é uma descrição sucinta dos acontecimentos de uma sessão de rpg. Estamos em uma campanha para conseguir atravessar a barreira mágica que protege os povos civilizados e recuperar um artefato capaz de trazer paz ao povo eladrin e aos warforgeds. Na última sessão recebemos a herança de um famoso halfling que conseguiu atravessar a barreira, no momento em que recebíamos o espólio a cidade foi invadida por demônios que vinham do esgoto, descemos até lá e conseguimos fechar um portal e afugentar sua hidra guardiã.

O GRUPO
  • Gil Galard - Eladrin Warlord - Puppet
  • T800 - Warfoged Hybrid Barbarian/Warden - Sub cmt. Marques
  • Suanj II - Hybrid Wizard/Druid - Jean.

A MISSÃO

Como precisávamos saber para que o rubi servia aceitamos o trabalho proposto pelo gnomo Verachtungunwürdiger mas, antes mesmo que ele dissesse do que se tratava, resolvemos que deveríamos comprar algumas poções e um pergaminho de ressurreição. Com as compras feitas ele então revelou nossa missão, deveríamos acabar com uma hidra que estava atrapalhando os negócios dele. Segundo ele ela estava contaminando a fonte de água que ele utilizava para fabricar as poções (aos que não se lembram a hidra estava no esgoto). O maldito gnomo obviamente não aceitou as nossas poções de volta então tivemos que nos virar com as poções de esgoto.

Fomos até o lago onde ele pegava a água, curiosamente o mesmo lago onde eram despejados os dejetos da cidade. Compramos um monte de miúdo de carne para trazer a hidra até a margem, uma vez na margem o gnomo se encarregou de congelar parte da água enquanto Sunaj á mantinha imóvel. Estranhamente essa hidra tinha apenas quatro cabeças, enquanto a que nos afugentamos do esgoto já contava com seis. Amarrei uma corda em uma azagaia e para a minha sorte (vintão no dado) a zagaia se alojou fortemente nas costelas da hidra, com a corda dei uma volta em árvore perto e amarrei fortemente. Pronto, agora poderíamos acabar com ela sem nos preocupar com sua fuga. O combate chegou quase ao desespero mas, finalmente, quando ela já estava com sete cabeças, tombou.

O gnomo cumpriu sua parte no acordo, ainda que por várias vezes tentasse roubar o rubi - "É só para examiná-lo de perto", "Por que vocês não voltam amanhã ? Eu teria mais tempo para pesquisar" - Por fim ele revelou que haviam mais sete pedras semelhantes a esse rubi, e essas pedras seriam a chave necessária para o tesouro de Hallowmark. Na verdad somente uma delas era chave pois, as demais serviam somente de embuste. Perguntamos aonde ficava esse lugar para tentarmos abrir com o nosso rubi, ele disse que não sabia e manteve essa versão mesmo frente a marreta do T-800, no entanto ele revelou que por algum tempo Hallowmark teve um necromante como aliado e que corriam boatos que a cidade vizinha era governada por um vampiro, como ele mesmo terminou dizendo, "Necromantes gostam de mortos-vivos". Compramos do gnomo uma carroça, pelo dobro do preço, e partimos em direção a Brim.

Chegando em Brim tivemos uma surpresa, a cidade estava deserta, não havia nada nas ruas e quando se escutava alguma voz não passava de um sussurro velado por janelas entre-abertas ou mesmo o uivo do vento.


Fomos até a primeira taverna, encontramos um taverneiro espantado com a nossa presença, logo logo tratou de dizer que era melhor que saíssemos da cidade antes que anoitecesse. Deixamos rapidamente claro para o taverneiro que estáva
mos atrás de um necromante e queríamos saber o que havia de errado com a cidade. Embora a princípio o taverneiro tenha negado que havia algo errado com a cidade conseguímos convencê-lo a dizer o que sabia, na verdade dizemos a ele que trabalhávamos para o necromante e faltava um corpo em nossa carga e já que não havia mais ninguém na cidade...

O taverneiro disse que a cidade era governada por um vampiro chamado Nexull e ele fazia experiências com os habitantes dela. O vampiro residia em uma antiga catacumba que havia na cidade. Havia uma lenda porém, que o vampiro não passava de um testa de ferro para o verdadeiro regente.

Fomos até a antiga catacumba e qual não foi a nossa surpresa ao encontrar todas as janelas fechadas e barricadas. A porta no entanto estava aberta e cedeu facilmente a nossa força, como se fosse usada sempre. Descemos um pequeno lance de escadas e chegamos em uma sala com alguns pilares, nela vários esqueletos esperavam a nossa entrada. De um ponto onde não podíamos ver vinham raios de fogo, gelo e uma energia negra. Atravessamos a parede de esqueletos para finalmente encontrar o ponto de origem dos raios, era um esqueleto com vestes de mago e três cabeças. Conseguimos derrotá-los, ainda que alguns dos esqueletos menores teimassem em se levantar.

Ao fundo da sala havia três portas, a da esquerda guardava diversos corpos, provavelmente para serem animados depois, a da direita estava vazia e a do meio nos conduziu a um longo corredor.

Ao final do corredor chegamos em uma ampla sala com quatro sarcófagos, ao irmos examiná-los fomos surpreendidos por quatro vampiros jovens e dois zumbis extremamente grandes e fortes. Ao iniciarmos o combate para a nossa surpresa T-800 se voltou contra Sunaj II e o atacou, teria ficado louco ? Não, eis que nosso algosz finalmente se revelou, um vampiro de belas vestes negras e algumas joias, controlando o nosso companheiro. Vendo que não iríamos suportar o combate aberto corremos para o corredor, e lá permanecemos por algum tempo com os zumbis atacando por um lado enquanto o vampiro nos cercava pelo outro. Em um ato de desespero Sunaj II nos atacou e ainda que tenhamos sofrido algum dano ele conseguiu deslocar a frente de batalha para somente um dos lados do corredor. T-800 recuperou os seus sentidos, para somente presenciar a cena mais estranha já vista, o vampiro pulou em sua jugular e para o nosso assombro os olhos de T-800 começaram a vacilar, desde esse momento creio que sugar a alma e não o sangue seja aquilo que os vampiros façam. Depois do ato desesperado de Sunaj conseguimos controlar o combate vencemos.

Após o combate abrimos cada um dos sarcófagos mas, não havia nada neles, no canto norte da sala no que outrora fora uma fonte encontramos uma Seed of War, voltamos ao centro da sala e saímos por uma porta a oeste que novamente nos conduziu por um corredor. A batalha anterior havia nos deixado um tanto esgotados e esperávamos encontrar logo o regente e que ele estivesse em um bom dia.

Chegamos na última sala, uma sala em forma de ponta de lança para o sul, viemos em um corredor que inicialmente descia e depois fez uma curva para oeste, entravamos então pela face leste da sala mais ou menos aonde a ponta da lança é mais larga. Logo que entramos reconhecemos alguns esqueletos mas, outros três eram diferentes, tinham armaduras, traziam espadas e uma chama verde andava por seu corpo. No centro da sala em um pequeno elevado havia um trono, nele um vampiro tal qual o anterior estava sentado. Tentamos conversar e perguntar sobre o paradeiro do necromante, a conversa logo se mostrou infrutífera e vampiro e demais esqueletos avançaram sobre nós. Ao primeiro acerto da espada o vampiro explodiu ferozmente, tratava-se de uma armadilha !! Enquanto isso no fundo da sala podia-se ouvir uma pesada tampa de madeira sendo retirada.

Cada golpe dos esqueletos de armadura fazia os nosso corpos gelarem, parecia o próprio toque da morte, e nos debilitavam mais que os ferimentos. O necromante revelou-se então, chamava-se Borrich e amigo não era exatamente o que ele considerava Hallow. O combate foi feroz, a cada golpe os esqueletos nos debilitavam mais e mais, enquanto o necromante nos cobria de energia necrótica e mortos-vivos. Fazíamos o que podíamos para nos proteger usando as áreas que o Sunaj havia criado mesmo assim, mais de uma vez tivemos que recorrer as nossas poções.

Quando todos ja sentiam o hálito dos mortos os envolvendo, os esqueletos começam a se quebrar, Sunaj teleporta um deles direto para um buraco, outro fica completamente imobilizado e longe do combate. Restava o necromante, jogamos a Seed em suas costas e ela nos ajudou bastante, finalmente conseguimos desacordá-lo.

Rapidamente cuidamos de suas feridas, afinal o queríamos vivo, o amarramos fortemente, e agora esperamos vigilantes que ele acorde para responder as nossas perguntas.

T-800: o warforged híbrido bárbaro/warden

Fui criado como uma unidade de extermínio, conhecido como exterminador, minha missão era simples localizar os alvos e exterminá-los. Durante a guerra a ação dos exterminadores foi decisiva para a vitória da aliança.

Nossas missões eram as mais perigosas, atacávamos o alto escalão do inimigo, não é preciso dizer que eles estavam sempre rodeados de soldados e, normalmente, eram os mais poderosos. Poucos forjados retornavam dessas missões, eu fui um dos que retornou.

Com o fim das batalhas fomos realocados para a reconstrução das cidades. Como não precisávamos dormir trabalhávamos durante todo o dia sem descansar, nesse ritmo terminamos os trabalhos rapidamente.

Foi então que começaram a abusar dos forjados, muitos foram designados para trabalhar na minas ou em funções que eram de grande periculosidade, os Eladrins nos tratavam como meros constructos parecem que haviam se esquecido que também estávamos vivos e podíamos morrer.

Para os exterminadores sobraram as lutas sangrentas nas arenas. No começo lutávamos contra animais selvagens e bestas mágicas, isso até eles começarem a colocar exterminadores para lutar entre si.

Me recusei a lutar na arena e fui condenado a desativação. Antes que fosse desativado uma revolução havia tomado contas das ruas, logo estava livre e dessa vez os forjados estavam no comando.

Agora subjugávamos os Eladrins, eu não concordava com isso, queria que fossemos tratados como iguais. Parecia que eu era o único, todos os outros pareciam ser controlados por sua cólera e desejo de vingança.

Por ter idéias contrárias dos outros forjados fui colocado para guardar a floresta. Caso algum Eladrin escapasse, o que era impossível, eu deveria recapturá-lo e levá-lo de volta para o campo de trabalhos forçados.


Um dia enquanto fazia minha ronda eu vi um Eladrin fugindo pela floresta, ele estava um pouco ferido. Decidi então ser misericordioso e liberá-lo de uma vida de sofrimento e trabalhos forçados, quando estava prestes a matá-lo perguntei seu nome, ele era Gil Galard. Após ouvir esse sobrenome me lembrei que eles haviam criado os forjados e foram contrários aos abusos aos quais os forjados estavam sendo submetidos.

Decidi então ajudá-lo a sair dali, foi quando ele me falou do desejo de acabar com a guerra e que a casa Galard queria que fossemos tratados como iguais. Desde então acompanho ele na busca por esse artefato que ele diz ter o poder de acabar com a guerra.

Descrição

T-800 tem 1,90 m e 130 kg, sua carcaça é prateada, quando sua carcaça é danificada revela um visual sombrio, uma espécie de caveira com olhos rubros. Bastante ágil para seu tamanho, costuma atacar os inimigos gritando “Charge”.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Miniaturas

Bom vou ir disponibilizando as miniaturas a media que formos utilizando.

GRID

Para fazer o grid eu colei 4 folhas com o grid, onde cada quadrado mede 2,5x2,5cm, dos arquivos abaixo em uma folha de papel cartão. Depois passei contact em tudo para que possa ser usada uma daquelas canetas de quadro branco para fazer os mapas. Uma coisa importante é depois de tudo terminado colocar uns pesos no grid enquanto o cantact se adere ao papel, parece que ao aderir o contact reduz um pouco de tamanho e os cantos acabam ficando levantados.

MINIATURAS

Nas miniaturas segui o modelo do Tio Nitro, as primeiras que eu fiz não tinham os monstros numerados e isso acabou causando certa confusão por causa dos poderes de push, pull, slide e teleporte da 4ed. Então resolvi numerá-las da segunda vez, o espaço para a figura ficou menor mas, durante o jogo ficou mais fácil, principalmente para o mestre, de localizar as suas criaturas.

Depois de recortá-las e colar em algum papel mais grosso, cartolina ou cartão é só dobrá-las para que fiquem parecidas com aqueles calendários de mesa. Tem gente que recomenda utilizar um pesinho na base, aqui nunca precisou.

IMPORTANTE

Ao imprimir o grid, e as miniaturas desativar a opção de ajustar a área de impressão.

ARQUIVOS

Grid
http://www.4shared.com/file/208955536/d548dc66/Grid.html

Miniaturas
http://www.4shared.com/file/208961714/c236e621/kobold.html
http://www.4shared.com/file/208959287/e229c06/Miniaturas.html

Modelo
http://www.4shared.com/file/208989675/982d8d88/Modelo.html

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Wicket: O elfo ranger

Nascido de uma família de nobres elfos, Wicket foi separado de sua mãe ainda bebê, quando em um passeio que parecia normal, sua mães e as damas de companhia foram atacadas por uma gangue orcs ladrões.
Por sorte, enquanto as damas de companhia eram... bem, no final elas morreram. Mas nesse processo, Elora conseguiu fugir com seu filho e colocar a cesta aonde ele estava em um rio, poucos instantes antes de ser encontrada pelo chefe do bando.

Os deuses foram generosos com a criança, que foi encontrada

por criaturinhas que mais lembram os ursinhos carinhos, os Ewoks. Criaturinhas pacíficas, mas conhecedoras da floresta como ninguém, o que foi decisivo para que Wicket se tornasse um ranger.

A mãe adotiva de Wicket, Pana nunca teve coragem de dizer ao jovem ranger o porque ele era tão diferente de seus amiguinhos e mesmo de seus irmãos. Ele se achava feio por ser tão alto e sem pelos nenhum no corpo, e morria de a
mores pela bela Browa. Mas como ele, sendo uma aberração da naturesa iria conseguir conquistar a bela, baixinha, gordinha e de pelos sedosos Browa?

Bom, era de se esperar que justamente por ser uma aberração, o nosso pequeno elfo se destacasse dos outros, e com pouco tempo ele já era o melhor corredor, rastreador, arqueiro, guerreiro... enfim, em qualquer atividade que um ranger possa ser bom, ele era o melhor de sua vila.
Graças a isso, Wicket foi logo escolhido como o batedo
r oficial da vila, sendo a sua função proteger seu povo de qualquer ameaça eminente num raio de 30 km. O que fazia com que ele ficasse até um mês fora antes de voltar para casa. Fez também com que nas suas patrulhas ele visse alguns Ewoks pelados como ele, o que fazia sua cabeça pensar que tirando ele, os pobres Ewoks pelados era banidos de suas vilas, por isso ele sempre fazia questão de ser o melhor em tudo, para nunca ser banido.

Até hoje o verdadeiro pai de Wicket busca por ele, mesmo não tendo certeza se ele está vivo. Pana e todos os outros Ewoks mais antigos temem por perderem a proteção de Wicket, e por isso nunca disseram de sua origem.

DESCRIÇÃO

Wicket Ewok tem a altura de elfo comum, a pele morena, um pouco mais forte do que seus semelhantes e seus cabelos são verdes. Não possui nenhuma cicatriz, mas uma marca de nascença em suas costas, o formato de uma folha. Seus olhos são muito vivos, sempre observando tudo ao seu redor, são verdes como seus cabelos. Está sempre com seu arco na mão e usando sua armadura de camuflagem.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Reporte de sessão 1

Bom o primeiro reporte de campanha. Para quem não conhece um reporte de campanha é um relato sucinto da sessão de jogo. Irei escrever parte do reporte sob a visão do meu personagem, Gil Galard. E como vocês irão notar seriedade não é o forte de nosso grupo. Cuidado estamos usando o Dungeon Delve então pode conter spoilers.

Bom após, fugir do seu reino encontrar com T-800 e tropeçar em um deva. O grupo resolveu trabalhar como mercenários em uma cidade próxima a terra dos elfos. Essa seria a forma de se obter sustento até que consigam arrumar alguma forma de atravessar a barreira. Montamos então uma base de operações (uma casa mesmo), e contratamos uma pessoa para nos ajudar com ela, Janine a nossa secretária.

Em uma manhã Janine nos procura dizendo que um eladrin chamado Fofinho tinha uma mensagem para nós de Hallowmark Stromm. Esse nome é conhecido de muitos, trata-se de um halfling que fez fortuna atravessando a barreira para coletar itens mágicos. Partimos então até a taverna onde o eladrin estava albergado.

Chegando lá, após muitas piadas com o nome do infeliz, conseguimos localizá-lo. Ele disse que estava feliz em nos encontrar e que faria um pronunciamento no dia seguinte sobre a herança de Hallowmark Stromm.

No outro dia na praça central da cidade ele começa o seu pronunciamento. Quando chega a nossa parte no espólio ele diz o seguinte.

"Esse rubi para o grupo de aventureiros Galard,T-800 e Sunaj, para pagar serviços que ainda serão feitos..."

Ao terminar essa frase o chão sobre os seus pés explodiu em uma bola de chamas e onde antes estava o Fofinho agora fitava-nos um Demônio morto vivo em chamas, ao mesmo tempo que de um bueiro próximo ao palco saíam mais alguns zumbis em chamas. A multidão toda se dispersou enquanto nos cuidávamos dos monstros, destaque para Sunaj que manteve os zumbis ocupados por muito tempo enquanto eu e T-800 acabávamos com o demônio.

Terminado o combate, pegamos o rubi e ainda encontramos outro menor no corpo carbonizado do eladrin. O bueiro de onde os zumbis haviam saído soltava uma fumaça cinza intensa, resolvemos entrar nos esgotos para ver o que tinha acontecido. Seguimos a trilha de chamas até darmos de cara com criaturas semelhantes a sahuagins mas, com aspectos demoníacos, tinham sua pele mais endurecida e negra e grandes olhos amarelos.

Com uma certa dificuldade derrotamos os sahuagins, em parte por que não queriamos cair na água do esgoto enquanto eles se mostravam exímios nadadores. Continuamos seguinto o rastro de fumaça e chegamos em uma ampla sala.

Na verdade a sala era uma conjunção dos esgotos da cidade antes de mandá-los para o rio. Contava com uma "piscina central". Entramos pelo suldoeste da sala e em seu canto nordeste se abria um portal, devidamente vigiado pela sua guardiã uma hidra. Esse portal que estava permitindo a passagem dos demônios. Após alguns testes descobrimos que a hidra ficava mais forte com a proximidade do portal, tentamos trazê-la para longe mas, não foi possível.

Nos aproximamos do portal então, enquanto eu e T-800 distraíamos a hidra Sunaj preparava um ritual para fechar o portal. Infelizmente faltando somente um turno para terminá-lo ele cai. Por sorte eu também sou treinado em arcana e termino o ritual selando o portal. Tentamos combater a hidra mas, ele foi para o meio da piscina e quanto mais batíamos mais cabeças apareciam, achamos melhor recuar. Quando estava prestes a sair do alcance da hidra T-800 toma um ataque certeiro e cai junto com Sunaj mas, eu havia conseguido escapar, esperei um pouco e peguei os dois inconscientes.

Voltamos para a cidade meio atônitos, enquanto medicávamos, concertávamos os feridos tentamos descobrir algo sobre o rubi herdado por nós. Descobrimos somente que era mágico, muito mágico na verdade, e provavelmente era o que os demônios estavam atrás.

Tentamos descobrir na cidade alguém que pudesse saber para que o rubi servia. Conseguimos achar um gnomo, dono da loja de poções, chamado Verachtungunwürdiger que depois de muita negociação, disse que o rubi era uma chave mas, se quiséssemos saber mais que isso teríamos que fazer um serviço para ele.

Apresentação do grupo

Estamos em uma campanha no estágio paragon do 4d&d. Atualmente usamos um mundo próprio, que brevemente será postado aqui. Por enquanto o objetivo de nossa campanha e conseguir alguma forma de cruzar a barreira que protege as terras habitadas dos monstros ao redor e voltar com vida. Atualmente estamos no encalso de um halfling chamado Hallowmark Stromm, uma verdadeira lenda que conseguiu atravessar a barreira.

Nosso grupo atualmente é composto por três personagens

GIL GALARD : ELADRIN WARLORD
É o meu personagem, foi responsável por um dos batalhões na guerra contra os warforgeds, mas seu batalhão pereceu em combate. Foi escravizado mas, conseguiu fugir e atualmente busca um artefato que será capaz de ajudá-lo a libertar seu povo.




T-800 : WARFORGED HYBRID WARDEN/BARBARIAN
Não ele não possui um background megaboga mas, essa combinação aí é mega munchikin. T-800 é um dos warforgeds que participou da guerra contra os eladrins mas, ao contrário dos outros ele não concorda com a escravização de nenhum povo. Talvez por ter sido gladiador e por várias vezes ter se visto em lutas sem sentido. Encontrou com Gil enquanto esse fugia do reino, ao reconhecer o sobrenome do eladrin e ver o seus ideais se aliou a ele.


SUNAJ II: DEVA HYBRID WIZARD/DRUIDA
Sunaj não consegue entender o mundo de hoje, ele tem recordações de suas vidas passadas onde não existia a barreira e os povos eram livres. Geralmente fica atordoado com cidades e grandes aglomerações. Ainda que não partilhe o ideal libertário dos demais, Sunaj deseja ver as terras por onde passou mais uma vez, por isso acompanha os outros em sua busca para abrir um buraco na barreira.

Gil Galard : O Eladrin Warlord

Para começar o blog irei postar o meu personagem. Parte da história só fará sentido depois de apresentar o mundo em que vivemos, por hora cabe dizer que os povos civilizados estão encerrados em uma barreira circular que os protegem contra monstros poderosos.

HISTÓRICO


Gil Galard pertence a casa Galard, em nosso mundo uma casa semelhante a casa Cannitth de Eberron, e somos responsáveis pela criação dos Warforgeds. Os warforgeds foram utilizados como valorosos guerreiros durante o tempo de migração e ajudaram a todo povo eladrin a definir e defender suas fronteiras contra invasores. Após a guerra os eladrins começaram a utilizar os warforgeds como escravos, afinal eram funcionários fortes, baratos, não comem, bebem, dormem pouco e não possuem qualquer vaidade. Esqueceram-se porém que os warfogeds não são contructos mas, sim seres cientes e possuem inteligência. Eram tempos de paz mas, quem tinha vivido na guerra jamais se acostuma com a vida provinciana. Não tardou para que os eladrins transformassem os warforgeds em gladiadores de combate, combates que iam até a desativação de um dos lutadores eram comuns.

Houve uma forte oposição da casa Galard, segundo seu líder, Aion Galard, ele havia construído guerreiros valorosos, amigos dos eladrins para as horas de maior necessidade. A casa então se negou a reparar os warforgeds que fossem utilizados em combates desse tipo. Com isso seu lider foi preso mas, para a surpresa de todos desapareceu dias depois. Passadas algumas semanas começaram a correr alguns boatos sobre pequenos focos de rebelião causadas pelos forjados.

A rebelião se tornou uma guerra Gil Galard foi então convocado para liderar um dos batalhões eladrins, infelizmente desde a criação dos forjados poucos se dedicavam as artes militares e não conseguiram oferecer muita resistência. Os warforgeds venceram a batalha e ao contrário do esperado escravizaram o povo eladrin, nem mesmo os criadores dos forjados sabiam que eles eram capazes de possuir sentimentos de revanchismo.

Galard conseguiu escapar da escravidão, com alguns dos livros onde encontrou uma lenda sobre um artefato cujo possuidor jamais poderá ser derrotado em combate, ele jurou buscar esse item e retornar para o seu povo libertá-los da escravidão e fazer com que os warforgeds sejam tratados como iguais.

Durante a sua fuga Gil foi capturado por um warfoged de nome T-800 e quando este estava a ponto de ser morto por este ele perguntou o seu nome. Ao escutar o sobrenome Galard T-800 se deteve, aparentemente ele não possuía o sentimento de revanchismo dos demais forjados e não queria ver mais um povo escravizado. Galard contou a ele sobre a lenda do artefato e seus ideais e T-800 concordou em ajudá-lo a fugir e buscar o item.

RUMORES
  1. Dizem que quem lidera a revolta dos Warforgeds é o próprio líder da casa Galard, segundo seus criadores os forjados são incapazes de possuir sentimentos de revanchismo.
  2. Aion se transformou em um warforged, depois de escapar ele conseguiu elaborar um meio de transferir sua alma para uma couraça ainda não totalmente acabada.
  3. T-800 não é exatamente um aliado mas, sim um espião. O artefato desejado por Galard é desejado por muitos e pode garantir que o império Warforged jamais seja derrotado.
DESCRIÇÃO

Gil Galard é alto e esguio, tem a pele clara e cabelos louros. Seu olho esquerdo foi perfurado durante a guerra e ele possui uma cicatriz na vertical em cima desse olho. O olho direito apresenta um azul turqueza muito intenso. Ao contrario do que é comum aos eladrins Galard possui o rosto marcado, pode-se ver linhas pela sua pele que revelam o sofrimento por qual passou. Galard também é bastante ríspido mas, educado, vai sempre direto ao ponto e fala pouco. Está sempre de armadura e carrega uma lança nas costas, a ponta da lança lembra a folha de uma grande árvore.

FICHA NO IPLAY4E



CONTRA GIL GALARD

Seguindo a ideia do Rolando20 segue a versão monstro/npc do meu personagem.