terça-feira, 2 de março de 2010

Reporte de sessão 5

Um reporte de sessão é um relato sucinto (rs) dos acontecimentos da última sessão de jogo. Conseguimos ressussitar o nosso companheiro Sunaj II e entrar na prisão. Acabamos de eliminar a poça de sangue e resavamos apra o que plano não houvesse fracassado mas, por que diabos enviaram T-800 com a gente ? Teriamos alguma chance ou seriamos aprisionados para sempre ?

O GRUPO

  • Gil Galard - Eladrin Warlord - Puppet
  • Wicket Ewok - Elf Ranger - Soulcrook
  • T-800 - Warforged Barbarian - Sub Cmt Marques
  • Black - Drow Sorcerer - Zucatto
A MISSÃO

Terminamos com a poça de sangue, é chegada a hora da escolha, descartar ou prosseguir com o plano. Ainda que de posse de nossas armas não iriamos conseguir subir os quatro andares da prisão. Decidimos continuar, expliquei a T-800 que teriamos que atacá-lo, fortemente, e ele deveria revidar da mesma maneira, dessa forma poderiamos continuar com a farsa. Foi o que fizemos, amigos se degladiando, por sorte Wicket resolveu terminar logo o combate com uma flecha certeira no peito de T-800, que caiu desativado. Nesse momento a porta se abriu, era o chefe da guarda, cheio de outros guardas, pediram as nossas coisas e eu entreguei, disse também para levarem o traidor pois, não queria ficar perto dele. Essas palavras teceram um nó na minha gargante, chamar de traídor aquele que acaba de entregar a vida para que possamos triunfar, que espécie de pessoa estarei me tornando? Por sorte o chefe da guarda estava tão surpreso com o fato de encontrar T-800 ferido por nós que não conseguiu notar nada.

Fomos conduzidos para a cela, logo no quarto andar, ficamos divididos, eu e Wicket em uma cela enquanto Sunaj II e Naraq ocuparam a cela ao lado. T-800 foi levado para cima, começa a nossa espera. Neste momento desepero e esperança se embaraçavam na escuridão dos pensamentos. A seguir descrevo segundo T-800 o que aconteceu.

Acordei em uma cela, não sabia ao certo o andar mas, tinha certeza que era de baixa segurança. Minhas coisas haviam sido levadas, inclusive os rubis e o dinheiro. Usando uma das minhas mãos chamei a atenção de um guarda e exigi ser libertado. O guarda disse que seria libertado na manha seguinte, cabia a mim esperar. Comecei a cantar para passar o tempo, é preciso dizer que isso não deixou em nada feliz os outros presos.

Quando já eram altas horas da noite os guardas entram conduzindo um Drow pelos braços, o drow alegava que sua prisão era um absurdo enquanto os guardas não acreditavam que ele estava sendo preso novamente. Ele foi jogado na cela ao lado. Continuei a cantar, quando dei por mim o drow estava na minha frente, seus olhos brilhavam pareciam estar olhando para um ponto atrás de mim e não focavam em nada ao mesmo tempo. Com um sorriso zombeteiro cerrado ele disse - Adoro a sua voz, posso acompanhar ?- Disse a ele que o melhor era ele voltar a sua cela ou teriamos problemas. Ele perguntou se de lá ainda poderia cantar, disse que sim e para o meu espanto ele se levantou, abriu minha cela, trancou-a, abriu a cela ao lado, trancou-a, se sentou e começou a cantar. E assim a noite passou.

No outro dia de manhã fomos os dois liberados. Devolveram meu machado, o dinheiro mas, disseram que não haviam encontrado nenhum rubi. Pedi para que me mostrassem onde haviam guardado meus pertences e aproveitei a deixa para localizar os itens dos outros do grupo. Na saída perguntei se haviam vagas para compor a guarda, o sentinela me disse que era nescessário um número mínimo de inscritos para se abrir a prova e a vaga. Naquele dia na taverna convenci alguns bebados a se increverem além do próprio drow, os guardas o aceitaram na esperança de ensiná-lo boas maneiras.

As provas foram bastante fáceis, não sei por que os humanos se debilitam tanto passando um ou dois dias sem mantimentos. Fui adimitido na guarda, ao contrário do Black, o drow, que terminado o treinamento foi expulso. Porém só tinha acessso ao primeiro andar. Combinei com Black se ele poderia arrumar alguma arruaça para levá-lo ao segundo andar e lá aprontar uma das suas. Dito e feito, Black era especialmente bom em arrumar confusões e "acidentalmente" ferir pessoas ele foi preso e enviado para o segundo andar, horas depois o mesmo andar estava sob rebelião, todos os guardas foram chamados para reforçar e debelar a rebelião, eu mostrei a todos para que os warforgeds foram feitos, muitos presos mudavam de ideia ao acertarem um soco em minha carcaça, o que dizer então dos que eram alvos dos meus murros ? Embora Black não tenha participado da rebelião os guardas sabiam que era ele o culpado .E o mandaram logo para o quarto andar. DROGA ! Eu ganhei acesso ao segundo mas, não havia como chegar ao terceiro ainda.

Mais alguns dias se passaram, e me lembrei de Péti nosso pequeno mestre dos subterfúgios e fui procurá-lo mas, na verdade ele que me encontrou, fiz um pequeno plano com ele, eu o prenderia direto no segundo andar mas, o deixaria de posse de suas armas, ele atacaria um preso eu apareceria para conduzí-lo para o andar debaixo. Peti concordou e assim fizemos, depois do ataque eu o peguei e aproveitei o fogo do momento para eu mesmo conduzí-lo ao andar debaixo. Deixei-o com suas ferramentas e o joguei em uma cela. O chefe da prisão estava impressionado e mandou que eu patrulhasse aquele andar.

Mais tarde liberei Péti fazendo algumas ameaças para que os presos não vissem o que estava fazendo. Levei-o até a porta do quarto andar, a fechadura se revelou um desafio mesmo para ele, imagine para mim que havia tentado arrombá-la também. A porta abriu-se assintosamente, estavamos finalmente perto de libertar a todos.

Foi então que nos conseguimos enchergar, os lendários carcereiros do quarto andar, estavam com capuzes negros tinham a pele pálida e rostos achatados, eram himanoídes e não portavam nenhuma arma. O Drow estava na cela ao lado enquanto o necromante umas quatro celas a frente. Eles investiram rápidos demais, seus punhos pareciam feitos de pedra e roubavam por completo meus sentidos. Péti roubou as chaves de um deles e ao meu pedido libertou Black e o necromante, enquanto corria para libertar os outros.

As trevas já nos dominavam por completo, havia somente o vazio e a espera. Os elfos não foram feitos para ficarem presos e a impaciência de Wicket era notável. Por vezes ele mechia em nossa fechadura sem muito sucesso, eu o dizia - Você quer o que? Subir quatro andares com as mão vazias ? - Mesmo assim a falta de seu arco e sua liberdade abriam mais linhas e mais linhas em seu rosto se ficasse ali por muito tempo teriamos o primeiro elfo jovem, velho. Bom mesmo um Eldrin pode fraquejar e eu já pensava em como seria viver o resto dos meus dias por ali, sendo sempre alvo dos pesados olhos de meus companheiros.
Quando não havia mais lugar para marcar em minha parede, conseguimos ouvir, ruídos de batalha e o som inconfundível do metal de T-800, ele havia chegado. Se aquele som trazia esperança também nos trazia uma certa angústia pois, queria dizer que nosso companheiro estava se ferindo. Será que ele morreria prestes a nos libertar ? Wicket se tornou ainda mais impaciente, lançou-se sobre a fechadura forçando-á de todas as maneiras possíveis. Então da esquina vimos uma pequena figura se aproximar, era Péti e estava com chaves da cela. O barulho de metal cessou por um instante dando lugar a umas explosões e risos histéricos. Corremos pelo corredor, T-800 estava caído mas, vivo, o necromante e um drow batalhavam agora contra os carcereiros. Com uma ordem levantei T-800 seus olhos acenderam em fúria, por mais que maltratem sua carcaça jamais poderão acabar com seu ímpeto pela batalha, ele correu novamente com seu machado e mostrou para aqueles carcereiros o fogo que queima dentro de sí.

Subimos para o terceiro andar, precisavamos de uma distração, e o que melhor que uma boa rebelião ?! T-800, Wicket, Péti e o Drow começaram a abrir as celas, logo logo os corredores estavam cheios de homicidas, rufiões, drogados cheios de brigas internas não resolvidas. Aproveitamos a distração e corremos guiados por T-800 até onde nosso itens estavam. E... finalmente, o sol, um dia claro, podiamos respirar, estavamos livres mas, ainda não haviamos escapado.

Fomos para a nossa carroça, junto com o necromante e tratamos de sair bem rápido da cidade enquanto os guardas corriam em direção a prisão.

T-800 disse que não havia encontrado os rubis e o arco de Wicket, segundo o guarda do depósito itens mágicos eram vendidos a um comerciante gnomo. Rumamos em direção a nossa antiga cidade, para visitarmos um antigo amigo.

Esperamos até a noite e cercamos a casa do Gnomo. Quando ele ia chegando eu disse "Adivinhe para onde Wicket está apontando." Ele agora possuia sua própria guarda, três soldados e um capitão, Vimes, ainda que eu tenha tentado negociar ele optou pelo combate. Lembrei aos meus companheiros que não matamos soldados, durante o combate porêm o primeiro guarda cai, completamente morto por uma rajada mística certeira vinda de Black. Ele ria, seus olhos faiscavam, a mão a frente do rosto retezada tentando esconder aquilo que está óbivio, havia matado um soldado, e ria. Foi uma noite onde sangue inocente foi derramado, três homens bons tombaram enquanto capturavamos o gnomo.

Entramos na casa de Verachtungunwürdiger, lá encontramos os dois rubís que estavam incrustados no monstro e o arco de Wicket faltava o nosso rubí. Como não haveria tempo de um interrogatório capturamos o gnomo e partimos em nossa carroça para as terras selvagens, onde teremos mais tempo antes de sermos encontrados.

Conseguimos sair da prisão, estamos com o gnomo sob custódia e recuperamos dois rubís e agora podemos fazer uma acariação e descobrir o que esse gnomo e esse necromante sabem sobre esses rubís e Hallowmark. Mas agora somos procurados, responsáveis por uma enorme rebelião, precisamos de mais um rubí e desvendar quem é este homem que sorri enquanto mata pessoas...

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